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Redes sociais e literatura será tema de mesa interativa na Flifs

Literatura - 23/09/2020

Fazer literatura é, sobretudo, comunicar. É compartilhar a arte da escrita, é ser instrumento de interação social.  Escritos literários comunicam sobre reflexões, sentimentos, identidades. A socialização da literatura ganhou amplitude e ocupa hoje múltiplas plataformas, a exemplo das redes sociais, onde apenas um clique possibilita a conexão entre escritores e leitores.

“O consumo de literatura mediado pelas redes sociais” será pauta de conversa da Mesa Interativa que acontece hoje na Feira do Livro / Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (Flifs).  A atividade, promovida pela Assessoria de Comunicação da Uefs, terá início às 20h desta quarta-feira (23), e será transmitida ao vivo pelo canal da Flifs no Youtube (FLIFS OFICIAL).

O bate-papo, mediado pela jornalista e apresentadora da TV Bahia/Globo, Jéssica Senra, reúne os escritores Carolina Monsi, Daianna Quelle e Edgard Abbehusen, além da professora doutora da Faculdade de Comunicação da Ufba, Claudiane Carvalho.

Carolina Monsi é carioca, escritora e jornalista. Gosta de dar conselhos nas horas vagas e de abraçar as pessoas por meio de textos. É autora do instagram @acarolinamonsi, que conta com milhares de acessos diários. Nele ela escreve sobre amor, autoestima, amor-próprio, entre outros temas. Publicou os livros “Seis para meia noite” (2019) e o “Minha cara metade” (2020).

Daianna Quelle é muritibana, ama literatura desde a adolescência, escreve contos curtos e poemas. Por ser engajada na luta feminina, publicou o livro “Contos às Marias” (2017) e o seu primeiro livro de poesia “Os pés, os caminhos e as liras das Marias” (2020). É doutoranda em Estudos Linguísticos pela Uefs, estuda Filologia e Semântica Cognitiva através de documentos manuscritos que tratam da mulher. É autora do perfil do Instagram @daiannaquelle e coordena o projeto @tintapretabahia, cuja perspectiva é divulgar e estudar a literatura do recôncavo da Bahia e fotografia, com o destaque para a negritude.

Edgard Abbehusen nasceu em Muritiba, se apaixonou pela literatura muito cedo e após participar de um grupo de pesquisa na faculdade de jornalismo sobre Fernando Pessoa, o jovem se encorajou a usar as redes sociais para publicar os seus próprios textos, passando a ganhar espaço no cenário literário do Brasil. É autor do instagram @edgardabbehusen e dos livros "Quem tem como me amar não me perde em nada!” (2017) e "O que tiver de ser, amar" (2019).  

Claudiane Carvalho é jornalista, doutora e mestre em Comunicação e Cultura contemporâneas pela UFBA. Autora do livro “A construção da notícia: interseções entre jornalismo e comunicação estratégica” (2019). Pós-doutoranda do INCT IN-TREE (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estudos Inter e Transdisciplinares em Ecologia e Evolução).

A “Flifs Virtual – em casa com você” está acontecendo, exclusivamente, pela internet, até o próximo sábado (26), Confira AQUI a programação completa.

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