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Insulina lantus vai continuar a ser oferecida

Saúde - 15/07/2013

 

Insulina lantus vai continuar a ser oferecida
Os cerca de 400 diabéticos cadastrados e que já recebem a insulina lantus, no CADH
(Centro de Atendimento ao Diabético e Hipertenso), continuarão a ser atendidos
normalmente pelo programa. Os novos pacientes deverão procurar a 2ª Dires, onde
serão orientados como proceder para ter acesso ao medicamento, que deve ser tomado
diariamente.
Até o mês passado, o município ofertava este tipo de insulina para quem precisasse.
Mas uma decisão judicial obriga que esta dispensação seja feita pelo estado e a União.
O problema é que estes pacientes, para ter acesso ao remédio que lhes é indispensável,
passaram a enfrentar a burocracia, que antes desconheciam.
Eles deverão apresentar documentos pessoais, formulários preenchidos pelo médico
prescritor, exames laboratoriais, o tratamento atual, preencher formulários de solicitação
de análogo de insulina, informações clínicas, avaliação de núcleo de análogos – Cedeba
e Sesab, acompanhamento nutricional e termo de consentimento informado.
“A insulina lantus é indicada para pacientes que apresentam hipoglicemia e que não
conseguem controlá-la”, explica a médica endocrinologista Suzete Matos, que trabalha
no CADH. A queda neste índice aumenta os riscos de problemas cardiológicos ou AVC.
Também devem tomá-la os renais crônicos.
Para o centro de atendimento são encaminhados os pacientes descompensados e com
outras complicações de saúde. “O programa faz diferença no tratamento, porque a
insulina é de longa duração e não apresenta problemas de pico”, comenta a médica. É
um medicamento de alto custo e a sua dispensação está condicionada à apresentação
de protocolo clínico. (Batista Cruz)

Os cerca de 400 diabéticos cadastrados e que já recebem a insulina lantus, no CADH (Centro de Atendimento ao Diabético e Hipertenso), continuarão a ser atendidos normalmente pelo programa. Os novos pacientes deverão procurar a 2ª Dires, onde serão orientados como proceder para ter acesso ao medicamento, que deve ser tomado diariamente.

Até o mês passado, o município ofertava este tipo de insulina para quem precisasse. Mas uma decisão judicial obriga que esta dispensação seja feita pelo estado e a União. O problema é que estes pacientes, para ter acesso ao remédio que lhes é indispensável, passaram a enfrentar a burocracia, que antes desconheciam.

Eles deverão apresentar documentos pessoais, formulários preenchidos pelo médico prescritor, exames laboratoriais, o tratamento atual, preencher formulários de solicitação de análogo de insulina, informações clínicas, avaliação de núcleo de análogos – Cedebae Sesab, acompanhamento nutricional e termo de consentimento informado.

“A insulina lantus é indicada para pacientes que apresentam hipoglicemia e que não conseguem controlá-la”, explica a médica endocrinologista Suzete Matos, que trabalhano CADH. A queda neste índice aumenta os riscos de problemas cardiológicos ou AVC. Também devem tomá-la os renais crônicos.

Para o centro de atendimento são encaminhados os pacientes descompensados e com outras complicações de saúde. “O programa faz diferença no tratamento, porque ainsulina é de longa duração e não apresenta problemas de pico”, comenta a médica. É um medicamento de alto custo e a sua dispensação está condicionada à apresentação de protocolo clínico. (Batista Cruz)

 

Secom/PMFS

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