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Policlínicas farão acolhimento

Saúde - 03/07/2013

 

Policlínicas farão acolhimento
A partir da próxima segunda-feira, 8, quem procurar as policlínicas Emília Freitas, no
Parque Ipê, e a Francisco Martins da Silva, na Rua Nova, vai passar por uma equipe que
fará o acolhimento – um pré-atendimento, que será prestado por enfermeiros. Eles
identificarão se o paciente precisa de atendimento de urgência ou emergência ou se
pode ser atendido em uma unidade básica.
As equipes, todas qualificadas, farão o acolhimento das pessoas que buscam
atendimento e farão o devido encaminhamento aos PSFs ou UBSs– elas terão
prioridade no agendamento nas unidades de saúde. Foi criado um grupo de trabalho,
formado por dois médicos, a Divisão de Atenção Básica e as coordenações das
Policlínicas e da Divisão Médica, para elaborar o projeto.
A medida, explica a chefe da Divisão da Atenção Básica, Valdenice Queiroz, objetiva
diminuir o tempo no atendimento aos pacientes nas policlínicas, que é voltado à média
complexidade. Na quinta-feira, 27, ela se reuniu com médicos e enfermeiros da Atenção
Básica, quando apresentou o projeto e como o trabalho vai ser executado.
Os resultados deverão ser observados a curto prazo, espera Valdenice Queiroz. “Os
médicos das duas policlínicas não mais atenderão casos de febre de muitos dias,
verminoses, doenças de pele, por exemplo, e se concentrarão apenas nos casos que se
configuram urgência ou emergência, como convulsões, febre alta ou desidratação
profunda”.
Além da redução no tempo de espera nas unidades – que foram escolhidas devido a
demanda - haverá maior qualidade no atendimento, porque espera-se redução no
número de pessoas que procuram as policlínicas. A meta é estender o serviço às outras
quatro policlínicas. (Batista Cruz)

A partir da próxima segunda-feira, 8, quem procurar as policlínicas Emília Freitas, no Parque Ipê, e a Francisco Martins da Silva, na Rua Nova, vai passar por uma equipe que fará o acolhimento – um pré-atendimento, que será prestado por enfermeiros. Eles identificarão se o paciente precisa de atendimento de urgência ou emergência ou se pode ser atendido em uma unidade básica.

As equipes, todas qualificadas, farão o acolhimento das pessoas que buscam atendimento e farão o devido encaminhamento aos PSFs ou UBSs– elas terão prioridade no agendamento nas unidades de saúde. Foi criado um grupo de trabalho, formado por dois médicos, a Divisão de Atenção Básica e as coordenações das Policlínicas e da Divisão Médica, para elaborar o projeto.

A medida, explica a chefe da Divisão da Atenção Básica, Valdenice Queiroz, objetiva diminuir o tempo no atendimento aos pacientes nas policlínicas, que é voltado à média complexidade. Na quinta-feira, 27, ela se reuniu com médicos e enfermeiros da Atenção Básica, quando apresentou o projeto e como o trabalho vai ser executado.

Os resultados deverão ser observados a curto prazo, espera Valdenice Queiroz. “Os médicos das duas policlínicas não mais atenderão casos de febre de muitos dias, verminoses, doenças de pele, por exemplo, e se concentrarão apenas nos casos que se configuram urgência ou emergência, como convulsões, febre alta ou desidratação profunda”.

Além da redução no tempo de espera nas unidades – que foram escolhidas devido a demanda - haverá maior qualidade no atendimento, porque espera-se redução no número de pessoas que procuram as policlínicas. A meta é estender o serviço às outras quatro policlínicas. (Batista Cruz)

 

Secom/PMFS

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