É baixa a quantidade de mulheres que tem seus filhos no Hospital da Mulher e que retornam à instituição para que eles façam o Teste do Pezinho, fundamental para diagnosticar precocemente doenças complexas e passíveis de tratamento. Estima-se que apenas 18% levam as crianças para fazer o exame. Na quinta-feira, 6, comemorou-se o Dia Nacional do Teste do Pezinho.
Em média, são feitos 60 destes exames no hospital. A diferença pode ser explicada no fato de que a unidade recebe muitas pacientes de outros municípios, que não retornam para que o sangue dos seus filhos seja recolhido. As amostras são encaminhadas para a APAE (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais), de Salvador.
O teste, um direito de todos os cidadãos, detecta se a criança tem anemia falciforme, o TSH, PKU ecromotografia. No ano passado 4.477 mulheres deram à luz no Hospital da Mulher.
“Quando a mãe e o filho recebem alta, levam para a casa a guia para a realização do teste”, disse a coordenadora do laboratório do Hospital da Mulher, Ivanete dos Santos. Elas também são informadas sobre a importância do teste, que é totalmente gratuito, para a saúde da criança.
O teste pode ser feito a partir do segundo dia de vida da criança até os dois meses. As mães recebem alta e não mais voltam. As crianças que nascem com baixo peso ou problema de saúde e que ficam internadas, saem com o exame realizado. “É uma maneira eficiente de prevenir doenças”.
Secom/PMFS
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