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Teste rápido para calazar

Saúde - 15/05/2013

 

Teste rápido para calazar
O Centro Municipal de Controle de Zoonoses oferece o teste rápido que pode
diagnosticar calazar em cães. O resultado é apresentado em apenas 25 minutos. A
doença, que tem como vetor o mosquito conhecido como palha, pode contaminar
humanos.
Em caso positivo, explica a coordenadora Mirza Cordeiro, é feita uma contraprova. Uma
amostra de sangue é recolhida e enviada para ser analisada no Lacen (Laboratório
Central), em Salvador. O Ministério da Saúde recomenda que se confirmada a doença o
animal deverá ser submetido à eutanásia.
Ela diz que os sintomas comuns são a queda no pelo em volta dos olhos, ferimentos nas
pontas das orelhas, apatia, crescimento exagerado das unhas e perda acentuada no
peso. Em humanos, aumenta o baço e o fígado.
A contaminação é feita pela picada da fêmea do mosquito palha, que introduz na
circulação do hospedeiro o protozoário leishimania chagasi. O período de incubação é
de 2 a 4 meses, mas pode variar de 10 dias a 24 meses. A doença pode colocar em
risco a vida das pessoas.
De acordo com Mirza Cordeiro, neste ano foram diagnosticados quatro casos em
animais. O pico da doença em humanos foi registrado em 1995, com cem diagnósticos.
Ela orienta que seja evitado acúmulo de lixo nas residências. “O mosquito gosta de
matéria orgânica”.
O Centro de Zoonoses fica na avenida Eduardo Fróes da Motta, na Pedra do Descanso,
onde o teste é feito. (Batista Cruz)

O Centro Municipal de Controle de Zoonoses oferece o teste rápido que pode diagnosticar calazar em cães. O resultado é apresentado em apenas 25 minutos. A doença, que tem como vetor o mosquito conhecido como palha, pode contaminar humanos.

Em caso positivo, explica a coordenadora Mirza Cordeiro, é feita uma contra prova. Uma amostra de sangue é recolhida e enviada para ser analisada no Lacen (Laboratório Central), em Salvador. O Ministério da Saúde recomenda que se confirmada a doença oanimal deverá ser submetido à eutanásia.

Ela diz que os sintomas comuns são a queda no pelo em volta dos olhos, ferimentos nas pontas das orelhas, apatia, crescimento exagerado das unhas e perda acentuada no peso. Em humanos, aumenta o baço e o fígado.

A contaminação é feita pela picada da fêmea do mosquito palha, que introduz na circulação do hospedeiro o protozoário leishimania chagasi. O período de incubação é de 2 a 4 meses, mas pode variar de 10 dias a 24 meses. A doença pode colocar em risco a vida das pessoas.

De acordo com Mirza Cordeiro, neste ano foram diagnosticados quatro casos em animais. O pico da doença em humanos foi registrado em 1995, com cem diagnósticos. Ela orienta que seja evitado acúmulo de lixo nas residências. “O mosquito gosta de matéria orgânica”.

O Centro de Zoonoses fica na avenida Eduardo Fróes da Motta, na Pedra do Descanso, onde o teste é feito. (Batista Cruz)

 

Secom/PMFS

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