A Prefeitura de Feira de Santana declarou guerra ao mosquito aedes aegypti, que transmite a dengue. A primeira grande ação aconteceu durante toda manhã desta terça-feira, 5, no Tomba, onde a infestação predial atingiu 1,34% - significa que a cada grupo de mil casas em 13 foram encontrados focos do inseto.
Foi um faxinaço nos materiais que os mosquitos podem usá-los como criadouros e uma sacudida no comportamento das pessoas, para que saiam da letargia com relação à doença. A próxima ação está marcada para o dia 26, no Feira X.
Sete equipes de agentes de endemias, formadas por até 15 membros, saíram às ruas com o objetivo de informar as pessoas não apenas do perigo da doença, mas que atitudes simples, cotidianas, poderão influenciar positivamente nos resultados de infestação. Descartar corretamente objetos que podem acumular água é um deles.
As visitas foram casa a casa. Foram distribuídos folhetos que explicam como e onde os mosquitos se reproduzem, as fases da sua evolução e o grande mal que é a dengue, bem como os seus efeitos no organismo depois de contaminado.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Amarry Morbeck, disse que todos os cidadãos tem a obrigação de participar ativamente da prevenção da doença. “Não adianta os moradores de um quarteirão se unir e apenas um não adotar medidas preventivas. Todos devem se conscientizar dos perigos da dengue”.
Um único vacilo põe tudo a perder. A coordenadora afirmou que foi observado muito lixo acumulado nas casas ou estocados irregularmente em pontos de reciclagens. Os técnicos dizem que não se pode deixar estas vasilhas porque elas poderão ser usadas como criadouros pelos insetos.
Gerson da Penha disse ser importante ações como a que foi realizada no bairro onde mora há mais de trinta anos. “As pessoas devem entender que elas também tem a obrigação de colaborar, de se prevenir”. De acordo com ele, não são poucas as casas que estão fechadas e onde pode existir focos do mosquito.
Secom/PMFS
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