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Grande milagre

Religião - 17/06/2014

A festa de Corpus de Christi (Corpo de Cristo) começou em Liege, na França, no século XIII. Uma jovem Santa Juliana Cornillon fazia uma procissão com a Hóstia consagrada dentro da igreja de Saint Martin. A procissão acabou sendo oficializada e celebrada em toda a França. Em 1264, o Papa Urbano IV, tornou a festa do Corpo de Cristo, uma festa universal.

HOJE, ESSA FESTA, continua tendo destaque nas comemorações populares e religiosas de todas as dioceses do mundo. Enfeitam-se as ruas, especialmente, com os “tapetes da fé” para que o Santíssimo Sacramento possa passar trazendo atrás de si  uma procissão que reza e canta hinos dedicados a Jesus na hóstia consagrada.

SÃO MUITOS os milagres que provam a presença de Cristo na Hóstia Consagrada. Um dos mais conhecidos ocorreu na Itália, no século VII. Durante a missa um monge começou duvidar da presença de Cristo na Hóstia e no Cálice. Deu-se, então, o milagre. Diante dos olhos estarrecidos do monge, a Hóstia tornou-se carne e o vinho sangue. O sacerdote, entre lágrimas e espanto, caiu de joelhos e só conseguiu repetir as palavras de São Tomé “Meu Senhor e meu Deus”. Estes sinais, com que Deus socorreu a fé vacilante do monge, são conservados na igreja de Lanciano, Itália, até hoje.

OS FRADES que atendem atualmente o “Santuário do Milagre” – como o povo o chama – receosos de algum engano inicial, quiseram certificar-se da autenticidade deste milagre. Pediram, a um grupo de médicos especialistas, uma análise científica e rigorosa, feita nos laboratórios da Universidade de Siena.

APÓS ALGUNS meses de trabalho, exatamente a 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório contendo o resultado das análises: A Carne é verdadeira carne; o Sangue é verdadeiro sangue; a Carne é do tecido muscular do coração (miocárdio, endocárdio e nervo vago); a Carne e o Sangue são do mesmo tipo (AB) e pertencem à espécie humana. Coincidência extraordinária: É o mesmo tipo de Sangue (AB) encontrado no Santo Sudário de Turim.

NOSSA fé no Cristo-Eucaristia, por isso, não pode permanecer estacionada no fundo de nosso coração nem dormir na pequena cela de nossa consciência. Nossa fé deve ser vivida ao ar livre, de modo que o mundo veja e aprenda a também acreditar, e , crendo, possa reconhecer como Deus o ama. É por isso que costumamos levar em procissão o Corpo de Cristo.

+ Itamar Vian

Arcebispo Metropolitano

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Navildo Vian
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