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Censura, não.

Política - 25/01/2012

O cerceamento de idéias, de ideais em qualquer segmento e através de qualquer tipo de ferramenta é um absurdo,uma violência contra a humanidade. Mesmo sendo o homem um ser que não sabe aproveitar bem as suas potencialidades a exemplo do pensar, pois imagina que livre pensar é anarquizar, é vilipendiar, é destruir pessoas, instituições, monumentos, enfim, todo tipo de criação, ainda assim, a liberdade humana deve e tem de ser respeitada. A liberdade humana, através da qual nos posicionamos por meio de jornais escritos, jornais televisivos, jornais radiofônicos, internet e de todas as artes em geral para mostrar aos incautos que o homem é a medida de todas as coisas e, por isso, deve saber ser e aprender a apreender tudo aquilo que possa lhe trazer benefícios materiais e espirituais.

 Sabemos que a utilização da internet não é bem feita por grande parte da população mundial. Quando temos em mãos, uma ferramenta que nos possibilita a relação imediata com o mundo, ainda temos individuos, marginais que tendem a prejudicar pessoas, quando deveriam aproveitar esse universo chamado internet para criar, construir arte, produzir o belo e aprender, transformando a rede em uma universidade, qualificando-se a cada dia através dos novos conhecimentos. Entretanto, e mesmo com tantas admoestações por parte de milhões de individuos contra aqueles que querem o desenvolvimento pessoal, ainda assim, a censura não é bem vinda, não é bem vista posto que ela é como uma venda negra que não nos permite enxergar a vida com toda a sua exuberância, o ser humano com todos os seus defeitos e virtudes. A censura não nos permite admirar a genialidade humana pois o medo a circunda e ela passa a ficar restrita a alguns poucos metros em um determinado habitat, seja no campo das artes, seja no campo científico. Á censura na internet ou onde seja, nada. À liberdade humana, tudo, apenas desejando que os homens se conscientizem de que a informação, o conhecimento são partes de um saber humano que necessita da colaboração do próprio homem para que as relações sejam bem definidas.

Liberdade, sempre.

 

Cezar Ubaldo é professor, cronista, poeta e autor de teatro

Cezar Ubaldo

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