O local possui logística para comportar voos regionais de passageiros e de carga - Foto:
O Aeroporto João Durval Carneiro está aberto e pronto para ser utilizado. A autorização foi dada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que realizou uma inspeção no local na semana passada. De acordo com a assessoria da ANAC, as obras corrigiram as não-conformidades, permitindo a sua reabertura ao tráfego aéreo. Fechado desde 2009, o equipamento passou recentemente por uma reforma no valor de R$2 milhões, com recuperação da sua pista, pátio com novo asfalto, proteção em toda a área do aeroporto, além de melhorias no acesso e iluminação. A capacidade é de 12 voos diários, com aeronaves que comportam até 78 passageiros, podendo realizar viagens até São Paulo. Para o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Magno Felzemburg, Feira de Santana ganha muito com a reabertura. “Agora a fábrica de aviões pode testar seus equipamentos, além do mais, aulas poderão ser ministradas no local”, afirma. Além disso, o local já possui logística suficiente para comportar voos regionais de passageiros e de carga. “Os feirenses são responsáveis pela compra de 5 mil passagens aéreas mensalmente. Possuímos também empresas que oferecem translado Feira/Salvador, que poderiam trazer passageiros que eventualmente desembarcassem na cidade ou que tivessem como destino final a capital baiana”, explica. Ele destaca que o município tem atraído atenção de diversas empresas aéreas, a exemplo da TRIP, que já solicitou inclusão da cidade em seu site de roteiros turísticos. “É uma empresa aérea em expansão que possui linhas em todo o país e é muito importante que Feira ganhe essa visibilidade”, avalia. Magno destaca que também a Azul, assim como outras empresas aéreas, já sondou a implantação de escalas. Apesar disso, ele avalia que o município precisa ganhar investimentos do Governo do Estado até a Copa do Mundo de 2014. “Feira de Santana deve ser uma alternativa para Salvador, que não poderá contar com a duplicação da sua pista, já que ambientalistas já afirmaram a inviabilidade da obra”, destaca.
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