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Propostas curriculares serão discutidas em Feira

Educação - 17/07/2012

Acadêmicos, especialistas em educação e professores do ensino básico e fundamental participam nos próximos dias 30 e 31 de julho do 1º Encontro Regional sobre Currículo Escolar dos Territórios de Identidade do Portal do Sertão e do Sisal, que vai acontecer no Anfiteatro da UEFS (módulo II). As inscrições para o evento podem ser feitas no hotsite de divulgação http://www.regionalcurriculo.uneb.br até o dia 30; estão sendo oferecidas 500 vagas e os 200 primeiros professores inscritos estão isentos da taxa de R$ 20,00.

O 1º Encontro Regional sobre Currículo Escolar é organizado em parceria pela Secretaria Municipal da Educação e a Universidade do Estado da Bahia, campus XI, localizado em Serrinha, através do grupo de pesquisa Território, Cultura e Ações Coletivas (Tecemos), vinculado ao Departamento de Educação (DEDC).

Durante os dois dias, os profissionais vão discutir a produção de propostas curriculares na esfera municipal do ensino básico. Serão apresentadas experiências curriculares oficiais e não oficiais de Feira de Santana, Serrinha e municípios da microrregião. O Encontro oferece uma grande oportunidade para fomentar as discussões e reflexões acerca de concepções e experiências desenvolvidas nessas regiões por professores da Educação Básica e Superior, estudantes de graduação e demais envolvidos no assunto.

"Esperamos contar com a participação efetiva de professores, coordenadores pedagógicos e gestores das escolas públicas e privadas que nos últimos anos têm reconstruído os currículos das escolas, buscando adequação às novas orientações do Ministério da Educação", comenta o professor Jean Santos, coordenador-geral do evento. Ele explica que o principal objetivo do evento é fomentar a ideia de que cada escola precisa elaborar o seu próprio currículo, de acordo com as necessidades econômicas e culturais de seus alunos.

“Em muitas cidades, existe uma uniformização dos componentes curriculares nas instituições de ensino básico, ignorando as particularidades sociais de cada estudante. O currículo não deve ser fixo. Ele precisa ser feito a partir das experiências de cada professor, que está na prática da sala de aula”, orienta Jean.

Secom/PMFS

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