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Cristóvam Aguiar lança mais um livro de crônicas

Literatura - 22/03/2011
Cristóvam Aguiar lança mais um livro de crônicas Cristóvam Aguiar lança mais um livro de crônicas

No próximo dia 03 de abril, às 11 horas, no Boteco do Vital, vai acontecer o lançamento do livro Sempre Livre, reunindo crônicas do jornalista Cristóvam Aguiar. Para que o projeto fosse possível, ele contou com o apoio da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), através do Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA), e do Instituto de Hematologia de Feira de Santana (IHEF). O livro, de 84 páginas, tem apresentação do médico, poeta e compositor Outran Borges, capa de Leno Aguiar e comentário de Maura Sérgia.

Combinando com o perfil de Cristóvam Aguiar, o evento foge aos tradicionais lançamentos de livros e será realizado no Boteco do Vital, no bairro Kalilândia, (cruzamento das ruas Boticário Moncorvo e Cmdte. Almiro) onde haverá música ao vivo com artistas feirenses, exposição e venda de livros de cordel e discos de artistas feirenses, além de contação de causos e atividades diversas. Também não estão sendo distribuídos convites formais. Estes são feitos de boca em boca, via telefone, email, ou mesmo através dos programas de radio, blogs e jornais. “Todos sintam-se convidados. Os meus amigos, desafetos, conhecidos, desconhecidos. Sem distinção. O espaço é aberto”, diz.

O autor também inova nos autógrafos. “O livro estará à venda (R$ 15) numa mesa, mas eu não vou ficar sentado lá dando autógrafos. Eu quero sentar em cada mesa, conversar e beber com meus amigos e autografar os livros ali. Não me passa pela cabeça a idéia de ficar sentado sozinho dando autógrafos enquanto todo mundo está se divertindo. Acho isso um saco”, diz ele.

O local escolhido para o evento não poderia ser outro. Cristóvam explica que o Boteco do Vital é o lugar que ele frequenta há mais de 50 anos, pois chegou ao bairro ainda menino e ia até lá comprar doces e refrigerantes. Depois de adulto continuou frequentando o lugar onde até hoje costuma se reunir com seus velhos amigos para beber e conversar.

Sobre o livro o autor diz: “Creio que posso dizer o mesmo que o meu compadre Dr. Wilton Lima disse do primeiro (A Levada da Égua). É um saco de risadas. São histórias que eu vivenciei ou ouvi contadas por aí. Os personagens são pessoas do nosso cotidiano, mas nem sempre eu posso dar os nomes. A maioria das estórias são verdadeiras, embora eu tenha fantasiado um pouco para dar mais graça à coisa”, finaliza.

Maura Sérgia
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