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Sandro Penelú

FAZER NAS COXAS

27/09/2018

Na época da colonização do Brasil, as telhas eram feitas de barro e o molde eram as coxas dos escravos. Alguns tinham coxas mais finas e outros mais grossas, então as telhas não ficavam uniformes, elas variavam conforme a espessura da coxa de cada escravo. Daí que surgiu a expressão "Fazer nas Coxas", como uma forma de fazer algo mal feito.

*ERA SÓ O QUE FALTAVA - Segundo estudo realizado por um grupo de cientistas norte-americanos, o câncer de próstata pode ser uma doença sexualmente transmissível, causada por uma infecção comum, transmitida durante a relação sexual. Os pesquisadores ainda testaram células da próstata humana em laboratório e descobriram que uma infecção sexual conhecida por tricomoníase auxiliava no crescimento do câncer.

*ENVERGONHANDO-NOS - O governo brasileiro está preocupado com o índice crescente de crianças e adolescentes brasileiros que são flagrados cometendo crimes no Japão. Os dados foram apontados em um levantamento feito pelo Ministério das Relações Exteriores. Dos 190 mil brasileiros que vivem na Ásia, 417 estão presos. A maioria, 407, estão detidos no Japão. O narcotráfico é responsável por 26% das prisões de brasileiros no país. Pelo menos 110 pessoas cumprem pena por terem sido flagradas traficando drogas.

*ISTO QUE É AFINIDADE - Duas gêmeas norteamericanas não se desgrudam por nada desse mundo. Solteiras, elas saem juntas e há dez anos dividem até mesmo o namorado...

*PERIGO À VISTA – Pesquisas apontam que 76 por cento dos brasileiros se automedicam. É o famoso “jeitinho”, que em se tratando de saúde, é barril.

*LENDO E PENSANDO – Estava, esta semana, lendo um livro do filósofo Arthur Schopenhauer e encontrei um trecho bastante interessante. Veja e tire suas conclusões:
“Antes de mais nada, o homem está inclinado por natureza à inconstância no amor, a mulher à constância. O amor do homem diminui sensivelmente a partir do momento em que obteve satisfação; quase qualquer outra mulher o excita mais do que aquela que já possui: ele anseia pela variedade. O amor da mulher, ao contrário, aumenta justamente a partir desse momento. Isso é uma consequência do fim da natureza, direcionado para a conservação e, por conseguinte, para a mais vigorosa possível multiplicação da espécie. O homem pode, comodamente, procriar mais de cem crianças em um ano, se um número igual de mulheres estiver à sua disposição, enquanto a mulher, mesmo com tantos homens, só traz uma criança ao mundo em um ano (excetuando-se o nascimento de gêmeos). Por isso ele está sempre em busca de outras mulheres; ela, ao contrário, apega-se firme a um único homem, pois a natureza a impele, instintivamente e sem reflexão, a conservar o provedor e protetor da futura prole. Em consequência, a fidelidade conjugal é artificial para o homem e para a mulher é absolutamente natural.” 

Sandro Penelú