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Sandro Penelú

*FOCO DE DENGUE NO COMPLEXO POLICIAL DE FEIRA

18/01/2018

– Um gigantesco foco de dengue pode ser encontrado no Complexo Policial de Feira de Santana, pela enorme quantidade de carros amontoados ali. A quem cabe a resolução do problema? Ao governo municipal? Ao governo estadual? Ao governo federal?

*SÓ PRA MEDITAR - Recentemente, participei de uma palestra cujo tema envolvia procedimento de pequenas e micro-empresas. E o palestrante, em determinado ponto, declarou solenemente: “Se você compra um produto por um real, deve vendê-lo no mínimo por dois. Caso contrário, você estará tendo prejuízo”. Olha, se é com essa margem de lucro que trabalham as nossas empresas comerciais, estaria explicado o porquê de o rico estar cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre...

*E POR QUE NÃO? - Não dá para entender um Estado como a Bahia não possuir um canal, na TV fechada, para todo o Brasil. Aqui na Bahia existem plenas condições para isso. Nossos produtos, como as festas de largo, as micaretas, o Carnaval, as lavagens e outros são um prato cheio para uma excelente audiência. Então, que os “graúdos” se movimentem.

*DEU NO RÁDIO - Parece até mentira, mas aconteceu: um determinado repórter, logo de manhãzinha, após ter dada a notícia sobre o assassinato ocorrido na cidade, fez a seguinte pergunta para o âncora: “Será que o assassino é doido ou tem problemas mentais?” (Sem comentários).

*FALTA DE EDUCAÇÃO - Já presenciei algumas cenas de falta de educação no comércio de Feira de Santana, quando alguns caixas recebem o dinheiro e, na hora de dar o troco, jogam o “dindim” em cima do balcão sem nem olhar para o rosto do cliente. Eu queria perguntar se é feito algum tipo de conscientização e preparo para aqueles que vão lidar diretamente com o cliente, afinal o elemento mais importante no comércio é o freguês.

*DEU NO RÁDIO II - Um dia desses, pela manhã, um repórter policial começava uma entrevista com um delegado, nos seguintes termos: “Estamos aqui no Centro de Abastecimento, ou melhor, na Delegacia. Bom dia doutor, ou melhor, bom dia delegado. Aliás, pode ficar à vontade, excelência” (Cá, cá, cá, cá!)

*UMA TV UTÓPICA – Ao lado do saudoso Tião Pereira, quando editávamos o Informativo Cultural, idealizamos um canal de TV em Feira de Santana, cuja tônica seria a cobertura dos eventos culturais que acontecem na cidade. A TV gravaria o espetáculo na íntegra e depois o apresentaria para o telespectador em horário determinado. Quando possível, mostraríamos o evento ao vivo. Isto era apenas um sonho acalentado por nós; uma gostosa utopia... Entretanto, quanto se perde em acalentar sonhos tão sadios? O que há de absurdo em idealizar uma TV que realmente mostre Feira de Santana? Para dois jovens sonhadores, era impossível, mas será que hoje é possível para alguém ou algum grupo?

Sandro Penelú