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Sandro Penelú

Caneta Afiada

26/02/2020

*CARNAVAL JÁ DEU O QUE TINHA DE DAR – Quem curtiu os carnavais de outros tempos, sem violência, com as famílias indo para as ruas, com músicas realmente de Carnaval, chega à conclusão de que a festa momesca perdeu a sua magia e o seu atrativo. Hoje, o Carnaval se resume a brigas, discussões, empurrões, coreografias sem graça e vários outros fatores que acabaram enterrando para sempre o bom e verdadeiro Carnaval. Haveria solução?


*ONDE VAMOS PARAR? – Uma grande e famosa empresa do ramo de celular acaba de apresentar um novo aparelho cujo teclado se projeta nas mãos do usuário. A partir daí, é só digitar os números ou redigir suas mensagens de texto, tocando (acredite) a própria pele! O aparelho fica afixado no pulso, projetando imagens com laser sensível ao toque.


*DEMOROU - As pessoas estão ficando mais inteligentes e, como consequência, a audiência das novelas vai diminuindo. Antes tarde do que nunca.


*DEU NO RÁDIO – Esta ocorreu em um programa de notícias, quando um repórter, entrevistando uma determinada autoridade que deixava o cargo em Feira de Santana, fez a seguinte pergunta: “O que é que o senhor deixou de não fazer e que poderia fazer?”


*É DOSE - Basta uma conversa mais demorada com algumas mulheres e já é o suficiente para saber que elas estão aprisionadas em teias "amorosas" complicadas e frágeis. Vivem relacionamentos em que não há mais amor nem respeito. A complicação, às vezes, é para sempre. Poucas são as que conseguem dar um basta e recomeçar a sua vida. É dose e é barril.


*AFINAL, O QUE TERIA ACONTECIDO COM O PROFETA ALIAS? - A cada vez que os leio os relatos da vida dos homens pré-cristãos, fico boquiaberto, diante das revelações incríveis, contidas em cada um deles. Vejamos este relato, inserido no II Livro dos Reis, no capítulo 2, versículo 7 a 11: “Elias e Eliseu pararam às margens do Rio Jordão, seguidos de cinquenta homens, os quais pararam longe, diante deles. Elias tomou o seu manto e feriu com ele as águas, fazendo com que elas se separassem, de modo que os dois passaram a pé, enxutos. Continuando o seu caminho, entretidos a conversar, eis que de repente um “carro de fogo” e uns “cavalos de fogo” (as aspas são minhas) os separam um do outro e Elias subiu ao céu num redemoinho”.


Que coisa, hein? Primeiro, Elias se utiliza do seu manto para abrir as águas do rio, depois encaminha-se para o local onde já sabia com antecedência que seria arrebatado por um “carro de fogo”, em um redemoinho.


Essa realmente é digna de se parar para pensar! Dá para imaginar um carro de fogo flutuando no céu? O que, realmente, teria sido aquilo que levou Elias?




Sandro Penelú